historico

 Nome: ABC Futebol Clube;
Fundação: Natal, 29 de junho de 1915;
Uniforme: Camisa listrada na vertical, nas cores Preta e Branca, calção preto e branco e meiões brancos com listas horizontais pretas;
Endereço: Estrada de Pirangi, s/n -Ponta Negra, Natal- RN.


Titulos Estaduais:

Campeão: 1923,1947,1950,1976,1978,1990;
Bicampeão: 1920/21,1925/26,1928/29,1944/45,1965/66,1983/84;
Tricampeão: 1953 a 55,1993 a 95;
Tetracampeão: 1970 a 73, 1997 a 2000;
Pentacampeão: 1958 a 1962;
Decacampeão: 1932 a 1941 (Presente no Livro dos Recordes).

O ABC É O RECORDISTA BRASILEIRO: TEM 44 TÍTULOS ESTADUAIS.

Presidente: Judas Tadeu Gurgel
Estádio: João Cláudio de Vasconcelos Machado (Machadão), capacidade: 52000 pessoas.
Patrocinador Oficial: Sams
Técnico: Didi Duarte
Diretor de Futebol: Emilson Tavares

GALERIA: Fotos de Craques e Times.

ALBERÍ - O maior jogador do ABC em todos os tempos. Meia-esquerda, chute forte, chegou ao clube no final da década de 60. Viveu sua melhor  fase nos anos 70. Em 1972, superou craques como Gerson,Rivelino e Tostão e ganhou a Bola de Prata, prêmio da Revista Placar. Foi tetracampeão potiguar de 1970 a 1973 e também jogou no Santa Cruz(PE), Sergipe,Rio Negro, América(RN) , Alecrim e Baraúnas, entre outros times.


Pradera: raça em 1976.




1977: ABC treina para Brasileiro.


1969: Time Campeão, com Marinho em início de carreira.



1970: Equipe Campeã, com louvor.



1972: William marca o primeiro gol do Castelão (Machadão).




1973 - CRIOULOS MÁGICOS

A partir do meio-campo  , uma sinfonia negra. Como os astros de New Orleans, os crioulos mágicos do ABC impunham charme, ginga e ritmo. Bailavam e paralisavam quem estivesse pela frente. Maranhão, Danilo, Alberi, Libânio, Demolidor e Morais soavam como o mais puro  jazz para a  Frasqueira em delírio típico de escola de samba. Na final, os craques humilharam o América com um sonoro 4 a 2. Mais de 40 mil  pessoas balançaram o estádio e desceram até a orla marítima festejando os seus artistas. O técnico era Danilo Alvim.


1976 - REINALDO É A VINGANÇA
Natal estava atônita. De uma hora para outra,dois ídolos trocam de camisa, agitando a imprensa e deixando boquiabertos os torcedores . Alberí, o Deus da Frasqueira estava no América. Reinaldo, a revelação rubra, a flecha que ajudara a liquidar o rival no ano anterior, trocara a Pousada do Atleta por Morro Branco, bairro onde ficava a sede do ABC.Não deu outra.Num dos clássicos  finais,  não havia um só lugar disponível. Um público estimado em 54 mil pessoas viu artistas como Alberí e Hélcio Jacaré do América  sucumbindo aos pés de Reinaldo.O ABC meteu 3x0.Ele fez dois.


1983 - MARINHO E  SILVA
Uma dupla infernal  entrou para a galeria de heróis alvinegros. Marinho e Silva fizeram 63 dos 114 gols do ABC na memorável campanha de 1983,. O América tentava o tetra e sofreu com os goleadores. Outros craques: Dedé de Dora, Alexandre Mineiro e Curió.



1989: O time não foi campeão mas revelou craques como Nonato agora no Cruzeiro(último jogador em pé à direita), Alciney(hoje no Joinville) e o atacante Zinho,que atua no Bahia.

 

1976: O ABC entra em campo para vencer o América e ficar com o título do RN



1993: Marechal,Romildo, Ragner, Café e André Dias ;Odilon, Sérgio China, Alves,Cláudio José, Joãozinho e Quinho Paulista.



Odilon, craque do tri no Machadão.

 

Marinho Chagas: Saiu do ABC em 1970 para o Náutico. Quatro anos depois,era eleito o melhor lateral- esquerdo do Mundo após a disputa da Copa na Alemanha.Jogou no Flu,Botafogo e São Paulo.

Danilo Meneses: Uruguaio, o meia Danilo Menezes entrou para a história do clube. Visão de jogo e habilidade, ele comandou o time durante sete anos, de 1972 a 79.Também treinou o ABC.

Jorginho: Nos anos 50, ninguém foi melhor do que este meia de dribles rápidos. Foi um dos grandes craques do futebol do RN.

Grandes Goleiros: Os grandes times do ABC sempre começaram com autênticos paredões. Ribamar virou lenda defendendo o gol alvinegro nos anos 50. Erivan, baixinho e ágil, foi ídolo na segunda metade da década de 60. Hélio Show conquistou torcedores e títulos de 76 a 78 enquanto Lulinha brilhou em 1983. Hoje, Jorge Pinheiro é símbolo de segurança para os abecedistas. É um dos xódos da torcida alvinegra.



Januário: Volante técnico e raçudo, Januário foi o melhor jogador do ABC no Campeonato Estadual de 97. Uma contusão o afastou do Brasileiro da Segunda Divisão. Ele fez muita falta ao time, eliminado de maneira melancólica.

1990 - Zinho mata o jejum
A torcida já até tinha entregue os pontos. Em 1989, a diretoria gastou uma nota preta - sem trocadilho - , contratando o goleiro Abelha, ex-Flamengo, o zagueiro Estevam, ex-Bahia e São Paulo, e o atacante Django, que mostrou em campo uma pontaria cega. Mas em 1990, Zinho, um ex-cobrador de ônibus, hoje no São Caetano, arrebentou. Fez gols e quebrou o jejum num ritmo eletrizante.

1993/94/95 - O Tri
O primeiro tri do Machadão mostrou personagens como Odilon, Romildo (Capitão), Sérgio China, Adilson Heleno, Joãozinho, Renilson, Zelito e Cláudio José. O primeiro título foi mais difícil. O tetra não veio em 96 e o Mais Querido voltou a ganhar em 97 com Claudinho.a

 
 

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